Depois que Enlil percebeu no que resultou a experiência de Enki, Ninmah e Ningishzida, ele se enfureceu e receou que, no futuro, os Terrestres se parecessem tanto com os Anunnaki, os seus criadores, que nada mais seria capaz de impedi-los de viajarem ao espaço, um dia, para conquistarem inclusive Nibiru.
Comparem os textos encontrados nas tabuletas, datadas com mais de 6.000 anos, com os textos da Torá, escritos há 2.600 anos.
Será que se a Torá contasse toda a história que consta nas tabuletas sumérias, a nossa compreensão sobre Deus e sobre nossas origens seria a mesma?
Onde começa a confusão que nos induz a adorar um único Deus, quando a palavra Elohim refere-se a mais de um criador?
Será que seguimos uma interpretação tirada da cabeça de um dos nossos antepassados; será que hoje estamos presos aos dogmas e às manipulações que privilegiam esta ou aquela religião?
Será que a Matrix que foi criada para nos proteger, acabou em mãos erradas, e agora estamos sob controle de quem nos quer como escravos e não como seres evoluídos e independentes?
A OITAVA TABULETA 1ª PARTE
Adapa (o novo Adão) foi chamado por Anu e foi levado para Nibiru.
Enlil ficou muito preocupado e disse:
_ Em Nibiru, ele beberá das águas de longa vida, comerá o alimento de longa vida e, como um de nós, os Anunnaki, ele se converterá!
Enki tampouco se agradou da decisão do rei Anu. Então, os dois irmãos chamaram Ninmah para refletirem e deliberarem sobre o que fazer.
_ O mandato de Anu não se pode evitar! Disse-lhes ela.
_ Que Ningishzida e Dumuzi acompanhem Adapa até Nibiru, e expliquem à Anu o que fizemos, e que contemplem com seus próprios olhos Nibiru! Disse Enki.
Uma câmara celestial (nave) procedente de Nibiru, aterrisou com Ilabrat, um vizir do rei Anu.
_ Venho em busca do Terrestre Adapa! Assim ele disse.
Os líderes lhe apresentaram Adapa, Titi e seus filhos.
_ Certamente, têm nossa imagem e semelhança! Assim disse Ilabrat.
Enki convocou Adapa para lhe dar instruções em particular e lhe disse:
_ Tu vais até Nibiru, o planeta de onde viemos, e te apresentará ante a majestade do rei Anu, e te inclinará. Fale somente quando ele te perguntar, dê breves respostas às perguntas, não comas do pão que não se encontra na Terra; nem bebas do elixir que te oferecerão, pois são ambos mortais para ti. Contigo irão Ningishzida e Dumuzi, atendes à suas palavras, e viverás!
Depois, Enki convocou a Ningishzida e, às escondidas, pôs em sua mão uma tabuleta selada.
_ A meu pai, Anu, entregarás esta tabuleta em segredo!
Em Sippar, no lugar dos Carros Celestiais (naves), todos vestiram-se como águias celestiais.
* As imagens que vemos representadas em homens com cabeças de águias, na verdade, são capacetes. Isso nos remete à todos os outros exemplos de homens com caras de lagartos, de cães, de gatos e de dragões. É bastante difícil acreditar que, sendo feitos à imagem e semelhança de seres extraterrestres, estes tenham cabeças de animais em corpos de homens. Mas, fica mais fácil a compreensão de que suas cabeças de animais são apenas os capacetes que foram representados pelos artistas à época, e que passou a ser visto como cabeças reais desses alienígenas.
Quando se deu o sinal, o Carro Celestial (nave) rugiu e se estremeceu; Adapa se encolheu de medo e gritou:
_ A águia sem asas se está elevando!
Ningishzida e Dumuzi lhe puseram os braços nos ombros, com palavras tranquilas e o acalmaram. Quando se elevaram no alto uma légua (6,6 km), olharam a Terra e viram suas terras, separadas em partes por mares e oceanos. Com duas léguas de altura (13,2 km), o oceano se tinha feito pequeno como uma banheira, a Terra era do tamanho de uma cesta. Por fim, quando estavam distante três léguas (19,8 km), a Terra era agora uma bola pequena, tragada por muita escuridão na vastidão.
Adapa se agitou; encolheu-se e gritou:
Ningishzida pôs a mão na nuca de Adapa; em um instante, ele se tranquilizou.
O rei Anu ficou cativado com Adapa (o novo Adão - o Homem Civilizado).
Depois disso, eles voltaram à Terra.
* A tabuleta que Ningishzida entregou para o rei Anu, falava que Adapa era filho de Enki.
Já na Terra, Marduk também ficou bem impressionado com Adapa e Titi, tomando carinho pelos dois filhos gêmeos (Ka-in e Abael) que lhes nasceram.
Com o tempo, enquanto Ningishzida instruia Adapa, Marduk era o professor Abael, e Ninurta ensinava Ka-in.
Ningishzida ensinou a Adapa os números e a escritura. Ninurta ensinou Ka-in a cavar canais de irrigação, a semear; a colher; a arar e a lavrar a terra.
* A Torá diz: Abel foi pastor de ovelhas e Caim foi lavrador da terra. (Gn 4;3).
Marduk levou Abael às pradarias e lhe ensinou como construir redis (currais), para começar a pastorear ovelhas, cordeiros e cabras.
* Explica-se no Livro Perdido de Enki, que um dos seus filhos, Dumuzi, trouxe de Nibiru a semente essencial (embriões) desses animais, além de algumas espécimes de quadrupedes (aqui está a base, para a construção da história da arca de Noé). O texto ainda afirma que: “NUNCA ANTES tinha havido uma OVELHA na Terra, nunca se tinha deixado cair um CORDEIRO dos céus à Terra, nunca antes uma CABRA tinha iluminado a seu CABRITO, nunca antes se tinha tecido lã de ovelha!”
Os líderes Anunnaki, Enki, Enlil, Ninmah e Ningishzida, decidiram criar uma Câmara de Criação ou Casa de Elaboração, sobre o puro montículo do Lugar de Aterrissagem, nas Montanhas dos Cedros (Monte Hermon). E lá também se plantaram 55 sementes trazidas por Ninmah, iniciando a multiplicação de cereais e de ovelhas na Terra.
Enlil então, proclamou um decreto:
_ Quando se recolherem as primeiras colheitas, quando maturar a primeira ovelha, façamos a Celebração das Primícias!
Ante os Anunnaki reunidos se apresentaram os primeiros grãos e os primeiros cordeiros.
Aos pés de Enlil e Enki, Ka-in pôs sua oferenda, junto com Abael. Enlil deu aos irmãos uma alegre bênção e elogiou seus trabalhos.
Quando terminou a Celebração das Primícias, o rosto de Ka-in estava sombrio; sentia-se muito ferido porque Enki não lhe tinha abençoado.
Quando os irmãos voltaram para seus trabalhos, Abael alardeou diante de seu irmão:
_ Eu sou o que traz a abundância, que sacia aos Anunnaki, que dá força aos heróis, que proporciona lã para suas roupas!
Ka-in se sentiu ofendido com as palavras de seu irmão, objetou contundentemente seu alarde:
_ Sou eu o que enche de abundância as planícies, que faz pesados de grão os sulcos, em cujos campos se multiplicam os pássaros, em cujos canais se fazem abundantes os peixes, o pão sustentador produzo eu, com pescado e caça variei a dieta dos Anunnaki!
Uma e outra vez, os gêmeos discutiam entre si, com o passar do inverno discutiram. Quando chegou o verão, não houve chuva; as pradarias estavam secas, os pastos diminuíam.
Abael levou seus rebanhos aos campos de seu irmão, para que bebessem água dos sulcos e dos canais. Ka-in se enfureceu por isso; ordenou a seu irmão que se levasse os rebanhos.
Agricultor e pastor, irmão e irmão, palavras de acusação pronunciaram. Cuspiram-se um a outro, com os punhos brigaram.
Extremamente enfurecido, Ka-in tomou uma pedra e golpeou na cabeça de Abael. Uma e outra vez lhe golpeou, até que Abael caiu, emanando sangue dele. Abael ficou no chão imóvel, sua alma havia partido. Ka-in ficou junto ao irmão que tinha morto, durante muito tempo esteve sentado, chorando.
* A Torá omite tudo o que explicaria (não justificaria) a atitude de Ka-in, e simplifica a narrativa, colocando toda a culpa em Ka-in, sem nenhum arrependimento, desprezando que seus pais o interpelaram e que houve um julgamento depois disso, culminando com uma alteração na sua genética, e com a sua expulsão de Eridú.
_ O que você fez? Gritaram Adapa e Titi.
Ka-in ficou em silêncio; caiu no chão e chorou. Adapa voltou à cidade de Eridú, contou-lhe ao senhor Enki o que havia acontecido. Enki enfrentou a Ka-in com fúria.
_ Maldito seja! disse-lhe. Tem que ir embora do Edin, não te vais ficar entre os Anunnaki e os Terrestres Civilizados!
Quanto a Abael, seu corpo não pode ficar nos campos devido às aves selvagens; como é costume entre os Anunnaki, será enterrado em uma tumba, debaixo de um monte de pedras.
Enki mostrou a Adapa e a Titi como enterrar Abael, pois o costume lhes era desconhecido.
Durante trinta dias e trinta noites (shloshim judaico), foi Abael chorado por seus pais. Ka-in foi levado até Eridú para ser julgado, Enki desejava que se pronunciasse uma sentença de exílio. Ninurta tentou interceder por seu afilhado, mas Marduk foi contra. Enki então, decidiu revelar para Marduk, que Ka-in era, na verdade, seu neto. E que, se Ka-in também fosse extinto, como Abael, a saciedade chegaria ao fim, os motins se repetiriam, e tudo o que se havia conseguido desmoronaria.
Ningishzida alterou a essência vital de Ka-in, para que em sua face não crescesse mais barba. (Esta é a verdadeira marca de Ka-in e seus descendentes).
No nonagésimo quinto Shar, Adapa e Titi tiveram finalmente um filho; Sati (Set).
Em total, trinta filhos e trinta filhas tiveram Adapa e Titi, deles, houve lavradores da terra e pastores que trabalharam para os Anunnaki, por eles voltou a saciedade aos Anunnaki e aos Terrestres Civilizados.
* Cabe aqui, o esclarecimente de que Adão/Adamu e Eva/Ti-Amat (Neanderthais), foram expulsos por Enlil e foram viver no Abzu (África), mas Adapa e Titi (Homo Sapiens Sapiens), permaneceram no Edin/Éden, e orientados pelos Anunnaki, cumpriram o que está narrado parcialmente na Torá.
Irmãos e irmãs, primos e primas se relacionavam sem que houvesse qualquer restrição. Isso também explica muitas culturas manterem esta tradição, para se perpetuarem sem misturas (sempre filhos dos mesmos pais e nunca das mesmas mães).
Da semente de Sati, nasceu Enshi, e ele foi considerado o Professor da Humanidade. Por seu pai, Adapa, ele aprendeu a escritura e os números, e também quem eram os Anunnaki e tudo que dizia respeito à Nibiru. Foi a partir de então que os Anunnaki foram chamados senhores pelo Homem Civilizado, e foi o começo dos ritos de culto aos Anunnaki como deuses.
Da semente de Ka-in, e a Torá não explica isso, nasce Enkime (Enoch), e é sobre isso que falaremos na próxima publicação.
Enoch 7. 3-7 - "Então seu líder Samyaza disse-lhes: Eu temo que talvez possais indispor-vos na realização deste empreendimento. E que só eu sofrerei por tão grave crime. Mas, eles responderam-lhe e disseram: "Nós todos juramos"(e amarraram-se por mútuos juramentos), que nós não mudaremos nossa intenção mas executamos nosso empreendimento projetado. Então, eles juraram todos juntos, e todos se amarraram (ou uniram) por mútuo juramento. Todo seu número era duzentos, os quais descendiam de Ardis, o qual é o topo do monte Armon."
Os Igigi ou Vigilantes, é como são chamados os 200 anjos que abandonaram sua habitação original no céu Lahmu/Marte e desceram à Terra, e se misturaram com as filhas dos homens.
Enoch 15:1 "Então dirigindo-se para mim, Ele falou e disse: Ouve, não se atemorize, justo Enoque, tu escriba da retidão: aproxima-te para cá, e ouve a minha voz. Vai, dize às Sentinelas do céu (Igigi), a quem te enviei para rogar por eles; tu deves rogar pelos homens, e não os homens por ti. 2: Portanto, deves abandonar o sublime e santo céu, o qual permanece para sempre; deitastes com mulheres; vos corrompestes com as filhas dos homens; tomaste-a para ti esposas; agistes igual aos filhos da terra, e gerastes uma ímpia descendência."
Segundo Enoch 7:9 os líderes destes anjos seriam: Samyaza, que era o seu principal, Urakabarameel, Akibeel, Tamiel, Gadreel, Ramuel, Danel, Azkeel, Saraknyal, Asael, Armers, Batraal, Anane, Zavebe, Samsaveel, Ertael, Turel, Yomyael, Azazyel (Também conhecido como Azazel). Estes eram os perfeitos de 200 anjos, e o conhecimento estava com eles.
* E eles estão entre nós direta ou indiretamente, por meio da sua descendência, governando a Terra.
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