A CRONOLOGIA DA HISTÓRIA DOS ANUNNAKI
Vou tratar aqui, da cronologia encontrada nas tabuletas de argila, com escrita cuneiforme, datadas de mais de 6 mil anos, encontradas há 200 anos em Nínive - Iraque, traduzidas há 100 anos e interpretadas há 45 anos por Zecharia Sitchin, sobre a chegada dos Anunnaki à Terra.
Pode ser que eu tenha interpretado algo errado, mas a essência do que foi encontrado nas tabuletas é o que exponho a seguir.
Percebam a similaridade entre as tabuletas sumérias e a narrativa bíblica; percebam que, o que foi encontrado, e olha que já foram encontradas muitas coisas, é anterior a tudo que o já havia sido escrito, reconhecido e datado.
Ninguém vai afirmar nada categoricamente, porque o que se tem até agora são apenas EVIDÊNCIAS. Entretanto, todas essas evidências vêm sendo provadas a cada nova descoberta científica, o que torna tudo isso muito impressionante.
Há 445.000 anos, os Anunnaki chegaram à terra guiados por Enki, um dos filhos de Anu (rei de Nibiru), fundando Eridu (Estação Terra I), na região da Mesopotâmia, para extrair ouro das águas do Golfo Pérsico.
Enki e o grupo que veio à Terra sob o seu comando, canalizaram as águas do Golfo até uma usina de separação do metal dissolvido, que eles tinham construído, porém era necessário processar um volume muito grande de água para conseguir alguns gramas de ouro.
Enquanto uma equipe processava as águas do mar, outra equipe pesquisava com suas naves, reservas de ouro nos mais diversos recantos da terra.
Muito tempo depois (milhares de anos), e após os problemas criados pelos Anunnaki que não queriam mais trabalhar, Enki percebeu em suas andanças pelo lado do Abzu (Sudeste da África), o ser simiesco primitivo, um hominídeo bípede, pouco mais evoluído que um símio.
Há 430.000 anos, uma nova leva de Anunnaki, chegou à Terra, e entre eles, estava a meia-irmã de Enki, Ninmah/Ninhursag, oficial médico chefe.
Nessa época, a Terra já contava com mais de seiscentos Anunnaki e 300 Igigi (operários, segundo as indicações dos escritos sumérios), que tripulavam a Estação Espacial Intermediária orbitando a Terra.
Há 416.000 anos, frente a escassez da produção de ouro, o rei Anu chegou à terra com Enlil, o irmão de Enki, e herdeiro do trono de Nibiru. Seguindo ordens de Anu, os irmãos decidiram obter o precioso metal, através da mineração no sudeste da África, onde foi localizada uma grande reserva pela equipe chefiada por um neto de Alalu, o primeiro Anunnaki a descobrir a Terra, depois de fugir de Nibiru, após se confrontar e perder uma luta corporal para Anu.
Quando Anu estava prestes a partir da Terra, Alalu o desafiou mais uma vez, contestando seu poder e a ordem de dar o mando da missão na Terra à Enlil, considerando isso uma traição, pois havia sido ele, quem havia descoberto as reservas de ouro, inclusive ameaçou o trono de Nibiru.
Enlil implorou para que Anu, enfrentasse Alalu, para resolver definitivamente, quem mandaria na Terra, já que Alalu julgava-se o dono da planeta, e dizia que por direito, também ele deveria governar Nibiru.
Há 400.000 anos, já existiam sete assentamentos em funcionamento no sul da Mesopotâmia. Entre eles, o espaço porto de Sippar, o Centro de Controle de Missões Espaciais, em Nippur, um Centro Metalúrgico, em Bad-Tibira e um Centro Médico em Shuruppak. O ouro chegava em barcos, desde a África e era refinado e enviado para as naves orbitais tripuladas pelos Igigi, e depois transferido para as naves espaciais de cruzeiro que chegavam periodicamente de Nibiru. Provavelmente, o caminho era encurtado por algum "buraco de minhoca" entre Marte e Nibiru.
Há 380.000 anos, depois de ganhar o apoio dos Igigi, Marduk intentou fazer-se rei nos domínios da Terra. Os enlilitas (partidários de Enlil) venceram a guerra das estrelas. Nessa guerra Marduk, juntamente com os Igigi revoltosos, perderam e foram expulsos da tripulação (anjos caídos) e condenados a passar o resto de seus dias na Terra, sem poder fazer uso das tecnologias e afastados dos confortos que tinham nas naves e nas estações.
Há 300.000 anos – segundo um trecho da escrita suméria denominada “Épico de Atrahasis”:“Quando os deuses trabalhavam como homens” (Tábua 1, coluna 1, verso 1). Os Igigi, vencidos pela fadiga, revoltaram-se contra os grandes deuses e negaram-se a continuar trabalhando. Cansados de escavar rios e canais, que deviam regar a terra e garantir a subsistência de todos os deuses, além de trabalhar debaixo da terra escavando ouro, os Igigi queimaram significativamente suas ferramentas e cercaram a casa de Enlil, a quem coubera o controle da Terra quando da repartição do Universo.
Despertado durante a noite, Enlil convocou imediatamente Enki para uma reunião com Anu. Na assembleia dos Três Maiores, Enlil exigiu que se escolhessem alguns “deuses” (anunnaki), para que fossem castigados na presença dos demais, como exemplo para todos aqueles que ousaram subverter a ordem instituída.
Anu, porém, pai de todos os “deuses” (anunnaki), atuando sempre como princípio moderador, ouviu as queixas deles, e lhes deu razão, chegando a conclusão que a exploração de ouro deveria ser encerrada. Foi quando Enki teve a ideia de conseguir alguém para fazer o serviço pelos Igigi.
Enki, seu filho Ninghizida e eua meia irmã Ninmah/Ninhursag acharam uma saída através, não da criação, mas da modificação de um humano primitivo já existente, manipulando a genética deste primata.
Nessa época perambulava pelo sudeste da África um hominídeo bípede, porém, ele não tinha alcance suficiente para entender e obedecer a ordens. Foi necessário “colocar uma marca nele” (modificação genética).
Esses hominídeos não eram criaturas humanas, nem símios, mas foram programados geneticamente para desenvolver as capacidades necessárias ao desempenho de serviços mais ingratos (trabalho escravo mesmo). Dessa forma, através da hibridização, os anunnaki desenvolveram um modelo “hominídeo-padrão”, apto para desempenhar o papel de servo (um clone – raça adâmica).
Eles tinham boa estatura, eram bípedes, com cinco dedos nas mãos um dos quais, polegar anteposto, o que conferia “habilidade manual” ao espécime. A capacidade de raciocínio e de desenvolver a inteligência era suficiente para tarefas mais complexas. Eles se encarregaram dos trabalhos físicos dos anunnaki. Contudo, os primeiros seres nascidos dessa hibridização eram estéreis. Esses hominídeos foram as matrizes terrenas dos híbridos mais hábeis. Esta espécie hominídea matriz já não existe.
Nesta época, os anunnaki trabalhadores dos campos, agricultores e criadores encarregados de prover alimento para todos, pleiteavam o direito de terem também escravos humanos que fizessem o seu serviço. Enki já lhes havia dado a capacidade de se procriarem, mesmo Enlil proibindo de se fazer isso.
Assim, uma população de servos híbridos inteligentes e férteis se formou por meio de manipulação, originando o Homem de Neanderthal, ou o Homo Sapiens, depois o Homem de Cro-Magnom, e por fim, o Homo Sapiens Sapiens, surgindo na Mesopotâmia, entre os rios Eufrates e Tigre, a mais surpreendente civilização de todos os tempos (sumérios), capazes de desenvolverem grandiosas edificações, complexas organizações sociais e administrativas, códigos de leis, literatura (vários contos Épicos), dança e música.
Todos os assentamentos eram presididos com duas jurisdições sagradas e uma divindade, contando com a construção complexa de um Zigurate e um sacerdote anunnaki, para governar através do código de justiça e da moralidade.
Os sumérios deram início ao sistema cuneiforme de escrita, à ordem sexagesimal utilizada ainda hoje, por nossos matemáticos (nossa hora tem sessenta segundos por causa dos sumérios), que contavam com grandes conhecimentos de agricultura, astronomia, astrologia, carpintaria e metalurgia.
Os sumérios também foram responsáveis pela descoberta do vidro, da roda, da cerâmica, das letras de nosso alfabeto, dos pesos e das medidas. Além de desenvolver o primeiro calendário de festivais religiosos de Nippur, o mesmo utilizado atualmente como Calendário Religioso Judaico.
Há 200.000 anos, a vida na Terra se retraiu durante um novo período glacial.
Há 100.000 anos, o clima esquentou de novo. Os “anjos caídos” (Igigi), que haviam sido expulsos das naves e estações, e que por consequência ficaram privados de companhia feminina, tomaram as mulheres humanas e com elas se casaram, ante o crescente mal estar de Enlil.
Dessa união nasceram os Nefilin - gigantes que, por seu tamanho e força, impuseram um regime de terror por onde passaram, não tendo ninguém com coragem suficiente para lhes fazer frente.
Há 75.000 anos – começou a maldição da terra – uma nova glaciação. Tipos regressivos de homem vagavam pela terra, mas o homem de Cro-Magnon sobreviveu.
Há 49.000 anos – Enki e Ninmah/Ninhursag elevaram os humanos do parentesco anunnaki ao governo de Shuruppak. Enlil, enfurecido ante os desmandos dos Nefilin (Anaquin, Refain, Enin e demais gigantes) que não produziam nada e só destruíam, tiranizavam e prejudicavam quem produzia alimentos, pondo em perigo a sobrevivência dos próprios anunnaki, concorreu para a destruição da humanidade.
Há 13.000 anos, ao descobrir que a passagem de Nibiru perto da órbita da Terra ia desencadear uma grande inundação (tsunami), Enlil fez com que os anunnaki jurassem manter segredo sobre a eminente calamidade, com o fim de manter na ignorância a humanidade. Enki rompeu com o juramento e deu instruções a Ziuzudra (Noé) para que construísse um barco submergível. O dilúvio varreu a Terra até a metade. Os anunnaki presenciaram a destruição parcial da humanidade, desde suas naves orbitais.
Depois que as águas baixaram e a lama secou, os anunnaki voltaram à superfície da Terra e surpreenderam-se, pois nem todos os humanos haviam morrido. A princípio Enlil ficou furioso, mas depois, ponderou e chegou à conclusão que desta maneira, seria dado um novo recomeço para a humanidade, agora sem as pessoas que subvertiam os valores morais dos anunnaki.
Há 11.000 anos – Enlil aceitou conceder ferramentas e sementes aos sobreviventes da humanidade, e assim recomeçou a agricultura nas terras altas. Enki os ensinou a domesticar e cuidar dos animais, e novamente se estabeleceu uma sociedade composta de agricultores e criadores para fornecer provisões para o povo, e governada pelos Anunnaki.
Há 10.500 anos, após o dilúvio, os descendentes de Noé se repartiram em três regiões: os descendentes de Sem deram origem aos Semitas, e se instalaram no que se conhece hoje, como Oriente Médio; os descendentes de Cam, deram origem aos Camitas e à cidade de Canaã localizada a oeste do Rio Jordão, na Judéia e Samaria (Israel) e os descendentes de Jafé, deram origem aos Jafetitas localizados na Ásia menor.
Ninurta, o principal filho de Enlil, fez represas nas montanhas e drenou os rios, para tornar a mesopotâmia habitável; Enki reclamou o vale do Nilo. Os anunnaki conservaram a península do Sinai, para fazer novo espaço porto; e estabelecerem um centro de controle no monte Moriah (futura Jerusalém).
Um dos filhos de Enlil, ficou no comando do Centro de Controle da Missão em Nippur. Para Enki, ficou a responsabilidade de controlar DURANKI, a ligação entre céu e Terra, com seus espaços portos, corredores de aterrissagem e sofisticadas torres de comando de vôos espaciais, dando informações de órbitas, até hoje utilizadas pela astronomia mundial.
Entre Nippur e Sippar construíram um corredor de aterrissagem onde o ponto focal era a característica topográfica mais visível do Oriente Médio: “Os Picos gêmeos do Monte de Ararat”, onde fizeram também um Centro de Controle da Missão e um Porto Espacial.
Assim, estabeleceram um novo trajeto de aterrissagem ancorado nos picos gêmeos do Ararat e nas pirâmides de Gizé. Também construíram uma vasta plataforma de pedra que sobreviveu ao dilúvio e que “o rei usava em busca de sua imortalidade” – “O Guidanna, o Touro do céu, do Épico de Gilgamesh”.
Há 9.780 anos, Ra (Marduk), o primogênito de Ptah (Enki), dividiu seus domínios sobre o Egito entre seus filhos, Osíris e Seth.
Há 9.330 anos, Seth capturou e desmembrou Osíris, assumindo o domínio sozinho no vale do Nilo.
Há 8.970 anos, Hórus vingou seu pai Osíris, lançando a primeira guerra da pirâmide. Seth escapou para a Ásia, e se apoderou da Península do Sinai e de Canaã.
Há 8.670 anos, opostos ao controle resultante de todas as instalações espaciais por parte dos descendentes de Enki, os enlilitas lançaram a segunda guerra da pirâmide. O vitorioso Ninurta tirou os equipamentos da grande pirâmide.
Ninmah/Ninhursag convocou uma conferência de paz. Reafirmou-se a divisão da Terra; transferiu-se o governo do Egito da dinastia de Rá (Marduk) à dinastia de Toth. Heliópolis foi construída como cidade baliza substituta.
Há 8.500 anos, os anunnaki estabeleceram postos avançados nas vias de entrada das instalações espaciais; Jericó era um deles.
Há 7.400 anos, seguindo com a era de paz, os anunnaki concedem a humanidade novos avanços; começa o período neolítico. Os semideuses governam o Egito.
Há 3.800 anos, começou a civilização urbana em Sumer, quando os anunnakis voltaram a estabelecer as cidades de antigamente começando por Eridu e Nippur.
Anu chegou à Terra em visita de protocolo. Eles construíram em sua homenagem, uma nova cidade, Uruk (Erek); converteram seu Templo na moradia de sua amada neta, Inanna (Ishtar).
Há 3.760 anos, eles concederam a realeza à humanidade. Kish, foi a primeira capital, sob a égide de Ninurta. O calendário começava em Nippur. A civilização floresceu em Sumer, a primeira região.
Há 3.450 anos, a primazia em Sumer foi transferida à Nannar-Sin, filho de Enlil nascido na Terra. Enquanto Marduk, proclamava a Babilônia como a porta dos deuses, o que provocou em seguida o incidente da Torre de Babel.
Os Anunnaki - IHWH (Enlil, Ninurta, Ishkur e Utu ou Ninmah/Ninharsag) confundem as línguas da humanidade. Frustrado o golpe, Ra (Marduk) volta ao Egito, depõe seu irmão Toth (Ninghizida) e provoca sem querer a morte de seu irmão mais novo, Dumuzi, que estava prometido à Inanna. Marduk é perseguido e aprisionado vivo na grande pirâmide. Contudo, é libertado por Ninghizida - Toth, através de um duto de emergência e foge para o exílio.
Há 3.100 anos, houve 350 anos de caos que finalizaram com a entronização do primeiro faraó egípcio em Menfis. A civilização chegou à segunda região.
Há 2.900 anos, Foi transferida a realeza em Sumer e Erek. Para Inanna, deram os domínios da terceira região; começou a civilização no vale do Indo.
Há 2.650 anos, a capital real de Sumer começou a mudar. A realeza se deteriorou. Enlil perdeu a paciência com as ingovernáveis multidões humanas.
Há 2.371 anos, Inanna se apaixonou de Sharru-Kin (Sargão). Este fundou uma nova cidade capital, Àgade (Akad). Iniciou-se o império Acádio.
Há 2.316 anos, com o objetivo de reinar sobre quatro regiões, Sargão se eleva ao solo sagrado da Babilônia. O conflito entre Marduk e Inanna volta a aparecer. No entanto, foi finalizado quando Nergal, irmão de Marduk, surgiu do sudeste da África, para a Babilônia e persuadiu Marduk, para que ele abandonasse a Mesopotâmia.
Há 2.291 anos, Naran-Sin ascendeu ao trono de Acad. Dirigido pela guerreira Inanna, que penetrou a Península do Sinai e invadiu o Egito.
Há 2.255 anos, Inanna usurpou o poder na Mesopotâmia; Naran-Sin profanou Nippur. Os grandes anunnaki arrasaram Ágade. Inanna escapou. Sumer e Akad foram ocupadas por tropas estrangeiras leais a Enlil e Ninurta.
Há 2.220 anos, a civilização suméria alcançou novas cotas sob a regência dos soberanos ILUMINADOS das terras de Lagash. Toth ajudou o rei Gudea, a construir um Zigurate/Templo para Ninurta.
Há 2.193 anos, Terah, pai de Abraão, nasceu em Nippur, em uma família real-sacerdotal.
Há 2.180 anos, o Egito foi dividido; os seguidores de Ra (Marduk) conservaram o sul; os Faraós que se opuseram a ele, conseguiram o trono do baixo Egito.
Há 2.130 anos, Enlil e Ninurta se distanciaram cada vez mais dos assuntos humanos, fazendo com que a autoridade central se deteriorasse na Mesopotâmia. O intento de Inanna para reconquistar a realeza para Erek não durou muito.
Há 2.123 anos, Abraão nasceu em Nippur.
Há 2.113 anos, Enlil confiou as terras de Sem a Nannar-Sin; declarou Ur como nova capital do império. Ur-Nammu ascendeu ao trono e se nomeou protetor de Nippur. O sacerdote nipuriano Terah, o pai de Abraão chegou a Ur, para estabelecer relações com a corte real.
Há 2.096 anos, Ur-Nammu morreu em batalha. O povo considerou sua prematura morte como traição de Anu e Enlil. Terah partiu com sua família para Haran.
Há 2.095 anos, Shulgi ascendeu ao trono de Ur e fortaleceu os vínculos imperiais. Enquanto o império cresceu, Shulgi sucumbiu aos encantos de Inanna e se converteu em seu amante, concedendo as terras de Larsa aos elamitas, em troca de servi-lo como Legião Estrangeira.
Há 2.080 anos, os príncipes tebanos leais a Ra (Marduk) empurraram para o norte baixo Mennuhotep I, enquanto Nabu, filho de Marduk, ganhou adeptos para seu pai na Ásia Ocidental.
Há 2.055 anos, seguindo ordens de Nannar-Sin, Shulgi enviou tropas elamitas para sufocar os distúrbios das cidades Cananéias. Os elamitas chegaram às portas da Península do Sinai e de seu espaço porto.
Há 2.048 anos, Shulgi morreu. Marduk se transladou para o país dos Hititas. Abraão recebeu ordem de ir ao sul de Canaã, com um corpo de cavalaria de elite.
Há 2.047 anos, Amar-Sin (o bíblico Amrafel) se converteu em rei de Ur. Abraão foi ao Egito e permaneceu ali, por cinco anos, voltando depois com mais tropas.
Há 2.041 anos, dirigido por Inanna, Amar-Sin formou uma coalizão de Reis do Leste, e lançou uma expedição militar contra Canaã e o Sinai. Seu líder era o elamita Kedorlaomer. Abraão deteve o avanço nas portas do espaço porto.
Há 2.038 anos, Shu-Sin substituiu Amar-Sin. As províncias ocidentais se inclinaram cada vez mais por apoiar Marduk.
Há 2.024 anos, encabeçado por seus seguidores, Marduk marchou sobre Sumer, se entronizou na Babilônia. Os combates se estenderam ao centro da Mesopotâmia. Se profanou o santo dos santos de Nippur. Enlil exigiu um castigo para Marduk e Nabu. Enki se opôs, mas seu filho Nergal passou para o lado de Enlil. Enquanto Nabu comandava seus seguidores cananitas para ir tomar o espaço porto. Os grandes anunnakis aprovaram o uso de armas nucleares. Nergal e Ninurta destruíram o espaço porto e as pecadoras cidades canaanitas (Sodoma e Gomorra).
Há 2.023 anos, os ventos levaram a nuvem radioativa à cidade de Sumer. As pessoas morreram de uma morte terrível, os animais pereceram, a água ficou envenenada, a terra ficou estéril. Sumer e sua grande civilização jazem prostradas. Seu legado passa para a semente de Abraão quando, com a idade de 100 anos, nasce seu herdeiro legítimo: Isaac.
ATENÇÃO!
Fotografias da Península do Sinai, realizadas do espaço mostram uma gigantesca cavidade e uma visível fratura da superfície da Terra, onde foram registradas as primeiras explosões atômicas do mundo que, segundo as tabuletas sumérias, datam de 2.024 a.C..
Por toda a zona se acham espalhadas, hoje em dia, restos de rochas queimadas e enegrecidas, com uma proporção extremamente alta de isótopos de urânio 235, o qual indica, segundo os entendidos, a exposição dessas rochas à um imenso calor repentino de origem nuclear. No entanto, fomos ensinados que a primeira explosão nuclear no mundo aconteceu em 1945 d.C., no novo México, antes de os EUA jogarem as bombas em Hiroshima e Nagasaki.
Agora a pergunta de 1 milhão de dólares é: Como é possível que há 4.043 anos, tenha se produzido uma explosão nuclear se a bomba nuclear foi inventada há pouco mais de meio século?
Zecharia Sitchin afirma que foram os Anunnaki, e ele explica isso no seu livro: “Guerra dos Deuses e os Homens”.
Os Anunnaki foram os habitantes de Nibiru que viajaram do céu para a terra. E eles são os Deuses Extraterrestres adorados até os dias de hoje. Os Nefilin que aparecem na Torá, são o resultado da união entre os anunnaki e os humanos.
Tá na hora da gente acordar e sair da Matrix, ou pelo menos compreendê-la.






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