COMO TUDO COMEÇOU



Dando prosseguimento aos meus estudos e viagens, trago a Teoria de Antigos Astronautas, ou paleocontato, visto que se refere a possíveis visitas de seres extraterrestres altamente desenvolvidos à Terra durante o período Paleolítico.


O desejo da humanidade em encontrar uma vida fora da Terra, que tenha auxiliado nossa evolução como civilização iniciou-se há muito tempo. A visitação de seres extremamente inteligentes e tecnologicamente desenvolvidos em nosso planeta no período que data entre 2.7 milhões a 13.000 anos de nossa história, é uma teoria que busca explicar a criação da vida na Terra por semeadura extraterrena.

Tal hipótese é geralmente dividida em duas correntes de pensamento:

A primeira, como a origem da Teoria do Design Inteligente, mais conhecida como a linha que explicaria a criação do Sistema Solar, dos planetas, da vida animal e vegetal, bem como da gênese humana, com um propósito definido.

A segunda teoriza que esses seres chegaram em um ambiente já desenvolvido e que encontraram vasto terreno de pesquisa, principalmente sobre DNA.

Dessa forma, esses seres alienígenas teriam explorado as possibilidades encontradas na fauna e na flora, gerando as raças humanas, até que culminou no Homo Sapiens Sapiens (todos nós).

Durante as experimentações, os seres alienígenas supostamente compartilharam conhecimentos científicos avançados, o que teria sido uma possível razão para serem confundidos com Deuses, por seu alto poder tecnológico.


Nos dias atuais, o mito da Teoria dos Antigos Astronautas tornou-se extremamente popular com o advento da tecnologia do cinema e do vídeo, muitas vezes mal explorada, suscitando mais descrédito, do que um momento de profunda reflexão, analisando todo o material encontrado. 

Assim, tão logo cineastas e escritores conseguiram criar histórias em que extraterrestres visitavam o planeta em busca de um local para ampliar sua população e para exploração da Terra, o imaginário popular passou a divagar e a questionar uma série de postulados científicos antes nunca contraditos.

Porém, o início da especulação de que outras culturas já haviam pisado o planeta e conduzido experimentos em nosso solo vem de muito antes, especialmente do oriente. Textos históricos, como os épicos indianos Ramayama e Mahabárata, datando de 100 a 200 a.C. já descreviam batalhas semelhantes a conflitos nucleares e abduções por parte de “demônios”, ou seres que não eram reconhecidamente humanos. Descrições de naves espaciais e vestimentas metálicas também estavam presentes nesses textos. 

No Tanach judaico e Bíblia cristã, há muitos relatos de montanhas estremecendo, fenômenos alienígenas, devotos sendo “arrebatados” por “carruagens de fogo” e seres envoltos por uma aura de luz, além de figuras históricas como o profeta Elias, que ascende aos céus, ou Enoch que desaparece da face da Terra tanto quanto Moisés, ou Jesus, que ascende aos céus, ou quando se encontra com Moisés e Elias, no fenômeno da transubstanciação

E isso sem falar na visão de Ezequiel, acerca do que se parece com uma nave espacial.


Mais recentemente, a literatura de ficção científica, em seus primórdios datando do século XIX, prontamente deu início à procura por indícios de que seres altamente desenvolvidos tenham-nos trazido tecnologia de ponta.

No entanto, boa parte dos textos ficcionais mostravam batalhas estelares que se desenrolavam em tempos modernos ou no futuro, e não no passado. Isso, no entanto, não foi uma razão para que o interesse geral no tema diminuísse; ao contrário, ampliou ainda mais o anseio de pesquisadores amadores a iniciar uma jornada que se tornou grandiosa nas três últimas décadas do século XX, e que passou a se desconectar da vertente religiosa e a se aproximar de um viés científico.

Consequentemente, grandes nomes, como Erich Von Danikën, Zecharia Sitchin, Robert Temple, e o contemporâneo (e quase pop star) Giorgio A. Tsoukalos, têm nos contemplado com achados surpreendentes ao redor do mundo, em expedições por vezes bem remuneradas e atestadas por respeitados meios de comunicação, tais como o History Channel, do grupo A&E Networks.

Tsoukalos, por exemplo, ancora o bem recebido programa “Alienígenas do Passado” desde 2009, um sucesso do canal. Däniken e Sitchin, por sua vez, têm suas obras entre os mais conhecidos best-sellers de todos os tempos na área de estudos paleo arqueológicos. Apesar de não ser uma unanimidade e por ter sido contestado em suas teorias, Danikën continua a ser um dos mais respeitados e requisitados escritores no ramo, o que exemplifica a popularidade do tema.


Tenho lido muito, viajado bastante e visto muito material arqueológico, analisado fotos e manuscritos, e não é impossível acreditar que extraterrestres tenham construído as pirâmides do Egito, e que tais construções não tem origem humana. 

Aliás, esses estudiosos defendem que extraterrestres foram os responsáveis pelas inúmeras edificações piramidais ao redor do globo. Inclusive outros textos não-ficcionais já traziam descrições detalhadas de contatos alienígenas com humanos, como o acadiano “O Épico da Criação”, que narra a geração de todo nosso sistema e o surgimento da vida, em uma hibridação entre seres criados por uma raça chamada Anunnaki.



Muitas evidências têm sido encontradas ao redor do planeta, comprovando a presença humana em tempos remotos, até mesmo em períodos em que o ser humano convivia com dinossauros. Pegadas fossilizadas e desenhos rupestres, que recuam a história da humanidade a milhões de anos anteriores à teoria do surgimento em cerca de 100 mil anos. No entanto, a ciência tradicional mantém-se firme em negar a Teoria do Antigo Astronauta de que o início da vida no planeta advenha de outras partes do universo.

Sítios arqueológicos famosos, tais como Stonehenge, Old Sarum e Calanais, no Reino Unido, as Pirâmides, no Egito, as construções, no México e Bolívia, e ainda o Templo construído em Baalbeck, no Líbano apresentam formações megalíticas circulares e cilíndricas que seria irracional pensar que civilizações dar-se-iam ao trabalho de erguer tais construções apenas pelo fato em si e usando que tipo de ferramentas e maquinário para erguer tamanhos blocos.




Pensadores da Antiguidade, tais como Platão, já observavam textos e relatos orais ainda mais antigos sobre estruturas desse porte e questionavam as razões de sua existência. Platão, por sua vez, foi o criador de um dos mitos mais conhecidos de nossa história, Atlântida. Essa seria uma cidade em formato circular, muito semelhante às construções supramencionadas, localizada em algum ponto da Europa ou até mesmo no oceano Atlântico.

Se anomalias como essas causavam reflexão há mais de três mil anos, por que deveriam passar incólumes à ciência contemporânea?

Até aqui, venho tentando encontrar uma maneira de tratar do assunto sem ferir a fé das pessoas, sem questionar quem está com a razão, mas tentando mostrar que podemos estar enganados quanto às nossas certezas.

As fotos de Baalbeck me impressionaram bastante, pois não consegui encontrar a explicação para que blocos megalíticos fossem descolados e empilhados para darem forma à obra que quiseram deixar como legado. Ou será que elas são apenas pontos de referência para quem nos vê do alto?

Saibam vocês que, para a minha estupefação, todos os grandes monumentos como o Stonehenge, as Pirâmides egípcias, as construções megalíticas no Líbano, México, Bolívia, e as inúmeras outras, espalhadas pelos quatro cantos do nosso planeta, estão dispostas, com o reconhecimento da Nasa e de toda a comunidade científica, com os mesmos graus de latitude e longitude, APONTANDO PARA A CONSTELAÇÃO DE ÓRION.


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