QUEM FOI ZECHARIA SITCHIN?


Zecharia Sitchin nasceu no Azerbaijão, mas cresceu no Mandato Britânico da Palestina, onde adquiriu conhecimento profundo de hebraico antigo e moderno, além de outras línguas semíticas e europeias, o Antigo Testamento e a história e arqueologia do Oriente Próximo.

Sitchin colou grau em história da economia na Universidade de Londres, e foi um jornalista e editor em Israel, antes de se mudar para Nova Iorque em 1952.

Estudioso e autodidata da escrita cuneiforme suméria, visitou vários locais de importância arqueológica, tornando-se um dos poucos acadêmicos capazes de ler as tabuletas de argila encontradas no Iraque e interpretar sumeriano antigo e acadiano.
Sitchin baseou seus livros: "As Crônicas da Terra", em textos e evidências pictóricas registradas pelas civilizações antigas do Oriente Próximo.

Infelizmente, ele faleceu em Nova York, em 09 de Outubro de 2010, depois de dedicar mais de 30 anos de estudos sobre as tabuletas e criar uma teoria que, a cada ano, só vem sendo confirmada por astrofísicos e paleontólogos.

Em uma entrevista concedida sobre o seu trabalho de tradução das placas sumérias, ele revelou:

“Todas as escrituras antigas: Bíblia Hebraica; mitologia grega; mitologia egípcia, textos sobre as pirâmides e tudo mais, conduziram-me aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida há mais de 6.000 anos. E concentrei-me na Suméria; na fonte destas lendas, mitos e textos, chegando as suas repetidas e persistentes declarações sobre os Nephilin, que os sumérios chamavam de Anunnaki - aqueles que vieram do alto.... que vieram à Terra de um planeta chamado NIBIRU. Aliás, NIBIRU é um planeta cuja representação é feita por uma cruz ... NIBIRU significa, planeta da passagem [travessia].

A questão em minha pesquisa então mudou sobre quem eram os Nephilin/Anunnaki, para: que planeta é este chamado Nibiru?
Isto, forçou-me a ser proficiente em astronomia, obrigando-me a aprender bastante sobre este tema, para lidar com o assunto.
Assim, descobri que os eruditos estavam divididos.

Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelos povos antigos, e outros diziam que não, que (Nibiru) era Júpiter.

Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E os que diziam que, ao contrário, Nibiru era Marte e não Júpiter, tinham argumentos também muito convincentes do porque não podia ser Júpiter.

Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme (da cultura suméria), a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter.”

.......Continua.....

*IMPORTANTE:

Sitchin nao afirmou que estava correto em suas possibilidades, ele simplesmente intuiu após exaustivos estudos e pesquisas, a possibilidade de existir um 12º planeta. Desde então, ele só fez corroborar sua certeza, baseada em seus estudos e pesquisas.

...sequência....

“E então, certa noite, acordei com a resposta: Nibiru, com certeza, é um planeta a mais, que vem periodicamente entre as órbitas de Marte e Júpiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta; que existe um planeta a mais (NIBIRU) em nosso sistema solar, tudo mais se encaixou, desde o significado do Épico da Criação mesopotâmico ENUMA ELISH, de onde são baseados (cópia quase que verbatim) os primeiros capítulos do Gênesis bíblico e todos os detalhes sobre os Anunnaki, até chegar ao questionamento de quem eles eram; quem eram seus líderes; como eles viajaram do planeta deles para a Terra; como aterrissaram no Golfo Pérsico; sobre o primeiro assentamento deles em nosso planeta; sobre os seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!”

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