QUEM FORAM OS SUMÉRIOS?



Em uma época muito distante, na região ao sul da mesopotâmia, estabeleceu-se um povo chamado “CABELOS NEGROS”.


Eles foram os responsáveis por inspirar a filosofia bíblica a partir de seus deuses mitológicos.


Eles eram agricultores e mantinham grandes plantações de trigo, cevada, hortaliças, figueiras e palmeiras.


Para manter tudo isso funcionando, eles canalizavam as águas dos rios Tigre e Eufrates. Aliás, o Eufrates também servia como meio de tráfego naval, que seguia até o mar através do Golfo Pérsico (Isso não acontece agora).


Esta região povoada compreendia uma extensão que ia do Golfo Pérsico, passando pelos rios Tigre e Eufrates, e seguia pela mesopotâmia e Síria, até o Egito.


Os "CABELOS NEGROS", mais tarde, ficaram conhecidos por SUMÉRIOS.


Este povo foi encontrado quase que por acaso, em estudos feitos sobre a Babilônia. 


Pode se afirmar que eles são considerados a civilização mais antiga encontrada até agora. A origem não é definida, pois trata-se de vários povos diferentes que viviam juntos. Contudo, sabe-se que eram de origem pastoreira e que viveram entre os anos 6.000 a.C. até mais ou menos 2.000 a.C., até serem definitivamente dominados pelos acadianos e, posteriormente pelos babilônios. Entretanto, a cultura e o conhecimento se estendeu por muitos anos, mesmo sendo absorvidos por outros povos.


Os sumérios desenvolveram conhecimento e técnicas que permitiram por exemplo, drenar pântanos para a agricultura, diferentes formas de irrigação, desenvolveram o comércio e estabeleceram manufaturas, como a tecelagem, o trabalho em couro, metalurgia (moldar metal), alvenaria e cerâmicas. Desenvolveram a astrologia, definiram o dia dividido em 12 horas cada período (dia e noite). E tem a primeira escrita registrada, com símbolos que representavam sons da língua falada ao invés de desenhos. Também foram encontrados nas ruínas da Babilônia tabuletas em escrita cuneiforme, que eram os documentos em que registravam sobre o comércio, as jurisdições e a administração.


Eles chegaram a ter mais de 20 cidades estados muradas, com um governador, rei ou sacerdote cada, cercada por camponeses que serviam os governantes. Então podemos pensar grande quando falamos desse povo. 


Eles guerrearam bastante entre si, entre os reis de cada cidade, mas quando vinha um inimigo de fora eles faziam acordos e se uniam para vencer esse inimigo. 


Porém, em determinado momento essas disputas internas enfraqueceram a força suméria como um todo, até que eles fossem definitivamente dominados por outros povos e desaparecesse.


O nome se origina do acádio: Shumer, que significa “a terra dos guardiões”. 


Os sumérios, eram da era Ul-baid, ou, era do barro cozido. E a sua descoberta só aconteceu em meados do século XIX, no Egito e Mesopotâmia, quando uma equipe de exploração atravessou o deserto em busca de civilizações evoluídas que viveram naquela região e encontraram a biblioteca do rei Assurbanipal II.


Entre os achados, haviam diversos tabletes de argila, com uma escrita até então desconhecida, que foram catalogadas. No entanto, somente em 1850, um francês, Jean François Champolion, começou a decifrar os caracteres cuneiformes.
 


Tais caracteres foram gravados em tabletes de argila, na forma cuneiforme, que se dá pelo formato de pequenas varetas de madeira com pontas em cone, que eram utilizadas sobre a argila fresca.


Para a surpresa do tradutor e sua equipe, a história contada nos tabletes de argila era semelhante às histórias bíblicas sobre Noé, e haviam duas versões delas.

Na versão suméria de Noé, provavelmente a mais antiga, Noé era “Ziuzudra”, e na versão aparentemente acadiana, este mesmo personagem era Gilgamesh, sob o título “A epopeia de Gilgamesh”.


É interessante perceber como os povos sincronizaram suas versões, até a mais famosa, encontrada na bíblia.


Mas não foram somente as histórias de Ziuzudra e Gilgamesh que ganharam destaque nas versões abraâmicas. Os mitos dos Deuses sumérios se tornaram deuses egípcios e gregos, além de, grandes heróis na mitologia bíblica.


O fato de muitos dos personagens bíblicos não poderem ser datados historicamente se dá pela sincronização entre os mitos históricos dos deuses antigos da Babilônia como Davi e Moisés, por exemplo.


Todos estes personagens derivam dos deuses antigos da suméria em sincronia com os personagens da bíblia.


Foram acrescentados aos heróis bíblicos traços magníficos dado o contexto político da época, e filosofia, para motivar os jovens na luta pela tradição e ensinamento dos deuses.


A partir da adaptação bíblica e sincronia entre os deuses, os hebreus criaram uma técnica de escrita utilizada até hoje.


Talvez eles jamais tivessem imaginado que ao criarem e desenvolverem tal método, contendo tantos códigos e sabedoria divina, se tornariam uma referência para todos os escritores que viessem depois deles.


O motivo que levou os hebreus a desenvolverem tal método, foi o exílio ao qual foram submetidos durante a diáspora babilônica.


Com o Templo de Salomão destruído, haveria de surgir uma nova era de tradições baseadas em suas próprias raízes. Assim, o que antes era uma transmissão oral, passou a ser então uma transmissão escrita após o exílio babilônico, com Esdras estabelecendo uma nova maneira de apreender o conhecimento sumério. No entanto, o legado sumério foi esquecido, para uma nova tradição ser criada.


É importante constatar que enquanto àqueles que viviam nesta região da mesopotâmia evoluíam, os povos de outras regiões do mundo como, Europa e América Latina, ainda enterravam seus mortos como na Idade da Pedra, e não pareciam estar evoluindo como os povos do Oriente.

Os deuses sumérios bebiam vinho e cerveja, assavam bolo de manteiga e mantinham receitas de carneiros assados e temperados com ervas e especiarias. Era um povo rico na arte e na produção de cantos e poesia. Suas crianças frequentavam as escolas onde reproduziam as histórias dos deuses e desenvolviam cálculos matemáticos. Suas construções eram baseadas na posição das estrelas no céu, como nos confirma um relato em uma tabuleta de argila em escrita cuneiforme sobre Gudea.


Os sumérios mantinham os rituais de libação aos deuses, enterravam seus mortos em locais distantes de suas casas e, de acordo com as devidas honras, lhes ofereciam um funeral digno. 


Eles também mantinham uma lista de reis e governantes de antes e depois do dilúvio, sendo que a segunda pode ser confirmada histórica e arqueologicamente.


A primeira lista de governadores descrita pelos sumérios não pode ser comprovada pois trata de deuses, que segundo os sumérios, haviam governado por milênios. Contudo, pelo menos alguns deles, ainda governavam na segunda lista. Um deles, sob um nome representativo, acabou morrendo afogado, e seria o filho do Deus Enki, de nome Damuzi, como consta na primeira lista ante diluviana, o esposo da deusa Inana, irmã gêmea de Utu.


Todos estes deuses estão representados na bíblia, basta fazer a associação certa e o mistério será revelado.


Todas as traduções sobre a mitologia suméria foram feitas pela universidade de Oxford.


O verdadeiro dilúvio certamente aconteceu enquanto os sumérios ainda viviam na Babilônia.


Há muitas histórias descritas sobre como a cidade ficou desolada após uma terrível tempestade. 


Em alguns trechos dos tabletes antigos, eles clamam pelos deuses e lamentam que os tenham abandonado enquanto fugiam por detrás das montanhas. Certos historiadores afirmam que no final da era do gelo houve uma inundação na região do Golfo Pérsico, e relacionam a catástrofe ao lamento dos sumérios sobre o dilúvio como uma possibilidade real.


A história do dilúvio ganhou grandes proporções e gerou versões em acádio, na tabuleta histórica de nome “A Epopeia de Gilgamesh”, e mais tarde uma versão bíblica, a mais famosa nos dias de hoje.


Segundo consta na tabuleta suméria, uma forte chuva caiu dos céus e devastou toda a região. O granizo haveria castigado o povo durante horas e destruído os telhados sobre suas casas. Não havia mais plantação, e muitos animais foram mortos pela tormenta.


Os dias que se passaram após a catástrofe foram de dor pelas perdas inestimáveis, fome, sede e debilidade. Os povos vizinhos armaram-se contra os "CABELOS NEGROS", e lhes roubaram o que a chuva não havia destruído por completo, assassinando as pessoas que restaram vivas, e lhes dominando pela força, dando um fim triste a esta importante civilização.


Se é verdade, que a base das leis e dogmas cristãos foram formulados a partir da criação dos cânones da igreja católica, é verdade também, que a base desses cânones, originaram-se no Tanak, que é um acrônimo das 3 primeiras letras das divisões tradicionais no texto massorético: Torá, Nevi'im e Ketuvim (Ensinamento, profetas e escritos). Entretanto, a mesma linha de raciocínio serve para mostrar que o Tanak é ulterior aos escritos sumérios, e estes, aos escritos de Endubsar (ver O Livro de Enoque/Enoch), um escriba mestre, filho da cidade de Eridu, servo do senhor Enki, conhecido como o grande Deus.


Assim sendo, tudo o que temos hoje, é, na verdade, originado a partir da visitação dos seres Anunnaki, e que está relatado em 14 tabuletas de escrita cuneiforme, traduzidas pelo professor Zecharia Sitchin, que fazem parte do Livro Perdido de Enki, e que foram testadas e datadas com mais de 6 mil anos.



Portanto, o que irei revelar neste blog, ainda é segredo para muita gente. E faço isto, porque acredito que essas pessoas merecem tomar conhecimento dos fatos, para fazerem sozinhas um melhor juízo de valor de tudo o que aprenderam e, assim, decidirem que caminho tomar a partir dos conhecimentos compartilhados.


Não pretendo estimular os debates religiosos. Não me interessa ofender a fé de ninguém, nem destruir o sistema religioso que formou o caráter das civilizações. Contudo, alerto ao leitor que se prepare psicologicamente para esta leitura, porque ela, sozinha, pode ser capaz de arranca-lo da zona de conforto em que se encontra.

Boa leitura e sejam bem-vindos!

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