O LIVRO PERDIDO DE ENKI - 10ª TABULETA - DESVENDANDO A GRANDE INUNDAÇÃO




Não foi Enlil quem mandou o castigo de uma grande inundação. Isso é mais um equívoco de quem não busca a história oficial, ou que a busca, mas não sabe interpreta-la corretamente. No entanto, foi ele que determinou que nenhum Terrestre poderia ser avisado para se salvar.

Isso, é claro, contrariou Enki e Ninmah, pois tudo o que já haviam criado iria perecer sob às águas. Alguma coisa precisava ser feita para salvar o trabalho de milhares de anos, e também Noé, seu filho.

Foi então que....Enquanto dormia em sua residência, Enki teve uma visão-sonho, onde lhe apareceu Galzu, que lhe disse:

_ Suas acusações contra Enlil foram injustificadas, pois ele, só disse a verdade; e a decisão que será conhecida como a Decisão de Enlil, não foi ele que a decretou, mas assim quer o Destino.

* Percebam aqui, que a aproximação de Nibiru com a Terra foi o que desencadeou uma mudança brusca e catastrófica. Portanto, Enlil não foi mesmo o responsável pelo Dilúvio, mas era sim, o responsável pelo que aconteceria aos humanos, à flora e à fauna se esses não fossem avisados e salvos a tempo.

Galzu continuou orientando Enki, através de seu sonho-visão:

_ Agora, toma a sorte em suas mãos para que os Terrestres herdem a Terra; chama teu filho Noé, e lhe revele a iminente calamidade sem romper o juramento que fizestes à Enlil. Diga-lhe que construa uma embarcação que possa suportar a avalanche de água, uma embarcação submersível (submarino), semelhante a que te mostro nesta tabuleta; que ele se salve junto com a família, e que leve também a SEMENTE DE TUDO O QUE SEJA VALIOSO, SEJA PLANTA OU ANIMAL (o estojo com todos os embriões que Enki, Ninmah e Ningishzidda haviam desenvolvido). Esta é a vontade do CRIADOR DE TUDO!

* Está claro que o CRIADOR DE TUDO não era nenhum Anunnaki de Nibiru, pois até eles lhe devem tudo. Também está claro que, apesar de o GRANDE CRIADOR interceder pelos Terrestres, não foi ELE que nos criou, mas sim os Anunnaki.

Enki dirigiu-se à cabana de Noé e, do lado de fora, como se falasse com a cabana, ele orientou seu filho sobre o que deveria fazer:

_ Uma calamitosa tormenta cairá sobre todas as moradas e todas as cidades. Será a destruição da humanidade e de sua descendência. Portanto, abandona tua casa e constrói uma embarcação; renuncie às suas posses e salva a tua vida! Deixarei aqui ao lado, as orientações para você construir a embarcação que te possibilitará sobreviver à avalanche de água! Reúne nela a tua família e os teus parentes; acumule comida e água para beber; leve também ANIMAIS DOMÉSTICOS. Um entristecedor Dilúvio, procedente do sul, devastará terras e vida. A semente da humanidade civilizada sobreviverá por vós! Por decisão de Enlil, e por um juramento, estou ligado ao que juraram todos os Anunnaki. Se vires meu rosto, então sem dúvida, como todos os terrestres, tu também morrerá!

Noé construiu a embarcação conforme Enki havia lhe orientado…Então aconteceu a Grande Inundação.


Na Antártida, no fundo da Terra, sacudiram-se os alicerces da Terra; logo, com um estrondo igual a mil trovões, a capa de gelo se deslizou de seus alicerces, separada pela invisível força da rede de Nibiru, e se derramou contra o mar do sul (oceanos Atlântlico e Índico).

Uma capa de gelo golpeou contra outra capa de gelo, a superfície da Antártida se vinha abaixo como a quebra de um ovo. De repente se levantou uma grande onda, a muralha de águas chegava até mesmo ao céu. Uma tormenta de uma ferocidade nunca vista ficou a bramar no fundo da Terra, a muralha de água impulsionava seus ventos, a onda se desdobrou para o norte; a muralha de águas se encaminhava para o norte, alcançou as terras da África do Sul. Dali, viajou até as terras habitadas, e chegou ao Éden.



Quando a muralha de águas, chegou à Shurubak, a onda soltou de suas amarras à embarcação de Noé, sacudindo-a e tragando a embarcação.

No exterior, a onda da tormenta pegou despreparada às pessoas como uma batalha mortal, ninguém podia ver seus semelhantes, o chão se desvaneceu, só havia água. De repente, as poderosas águas haviam coberto a terra firme; antes que terminasse o dia, a muralha de água, ganhando velocidade, chegou às montanhas.


Da nave celestial, Ninmah gritou como uma mulher na hora do parto. Tudo abaixo tornara-se argila. Os Anunnaki estavam pasmados. Presenciaram com temor UM PODER MAIOR QUE O SEU.




A embarcação não ficou à deriva, como faz pensar o texto da Torá, mas era navegada por Ninagal, que a conduziu para os picos gêmeos de Arrata/Ararat, na Turquia.

Noé decidiu libertar primeiro, uma andorinha, depois, um corvo, e por fim, uma pomba. Só está última voltou com um ramo de árvore no bico. 



Ele saiu com a família da embarcação. O dia estava ensolarado. Ele, a mulher e os filhos juntaram pedras, construíram um altar, acenderam o fogo com um incenso aromático, sacrificaram uma ovelha sem manchas e agradeceram e elogiaram ENKI.

Naquele momento, Enlil transmitiu palavras a Enki desde sua nave celestial:

_ Desçamos nossas naves celestiais sobre o pico do Ararat, para revisar a situação, para determinar o que fazer! 

Enquanto outros seguiam circundando a Terra em suas naves celestiais, Enlil e Enki desceram sobre o pico do Ararat. Os dois irmãos se abraçaram e sorriram. Mas, depois, Enlil ficou desconcertado com o aroma do fogo e da carne assada.

_ O que é isso? Sobreviveu alguém ao Dilúvio?
_ Vamos ver! respondeu-lhe Enki docilmente.

Eles foram voando até o outro pico do Ararat, e viram a embarcação de Noé. Então aterrissaram junto ao altar que ele havia construído. Quando Enlil viu os sobreviventes, e entre eles, Ninagal, sua fúria não teve limites.

_ Todo Terrestre tinha que perecer!

E partiu para cima de Enki irado e disposto a matar a seu irmão com as mãos nuas.

_ Ele não é um simples mortal, é meu filho! gritou Enki apontando Noé.

Por um momento, Enlil duvidou.

_ Rompeu seu juramento! Gritou a Enlil.
_ Falei com uma parede de juncos, não com Noé! Disse Enki.

Depois relatou a Enlil a visão-sonho que teve com Galzu.
Alertados por Ninagal, também pousaram Ninurta e Ninmah com suas naves celestiais.

Quando escutaram o relato dos acontecimentos, Ninurta e Ninmah não ficaram encolerizados.

_ Deve ser a vontade do CRIADOR DE TUDO que a humanidade sobreviva! Disse Ninurta.

Ninmah tocou seu colar de cristais de várias cores (arco-íris), presente de Anu, e jurou:

_ Juro que nunca se repetirá a aniquilação da humanidade!

Abrandando-se, Enlil pegou pelas mãos a Noé e a Emzara, sua esposa, e os benzeu assim:

_ Frutifiquem e lhes multiplique, e povoem a Terra!

Assim terminaram os Tempos de Antigamente.

A Torá conta uma história diferente, embora parecida.

Em GÊNESIS 8.1-21 a narrativa nos faz crer que foi Enlil quem decidiu acabar com o dilúvio:

1. Deus lembrou-se de Noé, de todos os animais e de todo o gado, que estavam com ele na arca; e Deus fez passar um vento sobre a terra, e as águas começaram a diminuir. 
2. Cerraram-se as fontes do abismo e as janelas do céu, e a chuva do céu se deteve; 
3. as águas se foram retirando de sobre a terra; no fim de cento e cinqüenta dias começaram a minguar.

Na sequência da narrativa, a Torá diz também que o destino final da arca foi sobre os montes Ararat; que a pomba encontrou lugar para pousar os pés; que Noé erigiu um altar e sacrificou, e que Yahweh gostou e prometeu nunca mais ferir a humanidade.

Ainda no GÊNESIS 9.8-17, a Torá fala do pacto entre Deus e a humanidade.

5. E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes. 
6. Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que havia feito na arca; 
7. soltou um corvo que, saindo, ia e voltava até que as águas se secaram de sobre a terra. 
8. Depois soltou uma pomba, para ver se as águas tinham minguado de sobre a face da terra; 
9. mas a pomba não achou onde pousar a planta do pé, e voltou a ele para a arca; porque as águas ainda estavam sobre a face de toda a terra; e Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca. 
10. Esperou ainda outros sete dias, e tornou a soltar a pomba fora da arca. 
11. À tardinha a pomba voltou para ele, e eis no seu bico uma folha verde de oliveira; assim soube Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra. 
12. Então esperou ainda outros sete dias, e soltou a pomba; e esta não tornou mais a ele. 
13. No ano seiscentos e um, no mês primeiro, no primeiro dia do mês, secaram-se as águas de sobre a terra. Então Noé tirou a cobertura da arca: e olhou, e eis que a face a terra estava enxuta. 
14. No segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca. 
15. Então falou Deus a Noé, dizendo: 
16. Sai da arca, tu, e juntamente contigo tua mulher, teus filhos e as mulheres de teus filhos. 
17. Todos os animais que estão contigo, de toda a carne, tanto aves como gado e todo réptil que se arrasta sobre a terra, traze-os para fora contigo; para que se reproduzam abundantemente na terra, frutifiquem e se multipliquem sobre a terra. 
18. Então saiu Noé, e com ele seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos; 
19. todo animal, todo réptil e toda ave, tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias, saiu da arca. 
20. Edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de todo animal limpo e de toda ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar. 
21. Sentiu o Senhor o suave cheiro e disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como acabo de fazer.

GÊNESIS 9. 8-17
8. Disse também Deus a Noé, e a seus filhos com ele: 
9. Eis que eu estabeleço o meu pacto convosco e com a vossa descendência depois de vós, 
10. e com todo ser vivente que convosco está: com as aves, com o gado e com todo animal da terra; com todos os que saíram da arca, sim, com todo animal da terra. 
11. Sim, estabeleço o meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra. 
12. E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: 
13. O meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre mim e a terra. 
14. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e aparecer o arco nas nuvens, 
15. então me lembrarei do meu pacto, que está entre mim e vós e todo ser vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. 
16. O arco estará nas nuvens, e olharei para ele a fim de me lembrar do pacto perpétuo entre Deus e todo ser vivente de toda a carne que está sobre a terra. 
17. Disse Deus a Noé ainda: Esse é o sinal do pacto que tenho estabelecido entre mim e toda a carne que está sobre a terra.

* O Livro Perdido de Enki, em forma de tabuletas de argila e com escrita cuneiforme foi encontrado há 200 anos, em Nínive, onde ficava a biblioteca do rei Assurbanípal, no Iraque. As tabuletas foram datadas com mais de 6.000 anos, foram traduzidas há 100 anos e interpretadas há 45 anos, portanto, elas são anteriores a tudo o que foi escrito, mas serviram de base para tudo o que foi escrito depois.

Podemos negar os fatos e as evidências?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O LIVRO PERDIDO DE ENKI – 12ª TABULETA - PARTE I

O LIVRO PERDIDO DE ENKI - 8ª TABULETA - EXPLICANDO A HISTÓRIA DE KA-IN (CAIM) E ABAEL (ABEL)

O LIVRO PERDIDO DE ENKI - 9ª TABULETA - 1ª PARTE - ENLIL SE ARREPENDE DAS EXPERIÊNCIAS DE ENKI