O LIVRO PERDIDO DE ENKI - 11ª TABULETA - PARTE I



MARDUK SE APOSSA DO ANTIGO EGITO E PROCLAMA-SE O DEUS SUPREMO AMON RÁ. 


* TANTO OS DEUSES DO ANTIGO EGITO, QUANTO OS DEUSES DE OUTRAS RELIGIÕES, AÍ INCLUÍDA A JUDAICA, FORAM INSPIRADOS E CRIADOS EM TUDO QUE OS ANUNNAKI VIVERAM ANTES DO CONTROLE "SER ENTREGUE" AOS TERRESTRES.


Ao fim do primeiro Shar (3.600 anos), depois da grande inundação (o Dilúvio), a frágil trégua que havia entre os Anunnaki, se despedaçou por causa de um acontecimento inesperado, mostrando o quanto somos influenciados por um espírito beligerante, herdado dos Anunnaki, quando disputamos poder e bens materiais, e o quanto somos vaidosos e queremos ser reconhecidos pelos nossos feitos.


Quando Marduk e Sarpanit esperavam no Lahmu/Marte, o fim da grande inundação na Terra, seus dois filhos, Assar (futuro deus Osíris) e Satu (futuro deus Seth), se apaixonaram pelas filhas de Shamgaz (capataz de Marduk em Marte, e já identificado anteriormente como um dos arquétipos de Lúcifer), o líder dos Igigi, e com elas se casaram quando voltaram à Terra. 


Assar/Osíris 

escolheu Haste (futura deusa Ísis), e 


Satu/Seth 

escolheu Nebat (futura deusa Nephtys).


Assar/Osíris foi viver com Haste/Ísis, junto de seu pai Marduk/Amon Rá, enquanto que Satu/Seth foi viver com Nebat/Nephtys, junto do pai dela, Shamgaz/Lúcifer.


Ocorre que Shamgaz, que já havia se insurgido contra Enlil/Yaweh uma vez, voltou a demonstrar preocupação com os domínios da Terra, e agora, junto com sua filha, decidiu incitar os Igigi, e seu genro Satu/Seth, dizendo que Assar/Osírisseu irmão, é quem herdaria as terras de Marduk/Amon Rá, e nada sobraria para ele e sua esposa. 


Assim, todos eles tramaram contra a vida de Assar/Osírisinclusive Satu/Seth, que o convidou para uma grande festa (churrasco), onde ele salgava e cortava fatias de carnes assadas de novilhos para o irmão. 



* Aqui, cabe uma observação à respeito de como os Anunnaki comiam e gostavam de carne, ao contrário do que pregam os neuróticos adeptos do veganismo. 


Durante a festa, Shamgaz ofereceu vinho para Assar/Osíris até ele adormecer. Depois, o próprio Shamgaz e os Igigi, colocaram Assar/Osíris, desfalecido, num caixão de madeira, fortemente lacrado e o arremessaram ao mar. Assim, até que Assar/Osíris fosse encontrado, seu corpo jazia no fundo do mar, sem qualquer fôlego nas narinas.


Quando soube, Marduk/Amon Rá rasgou suas roupas, e jogou cinzas sobre sua cabeça. Aliás, um costume adotado pelos hebreus  e pelas tribos de Israel centenas de anos depois, bastante evidenciado nas narrativas bíblicas - Gênesis 37:29Gênesis 37:34Gênesis 44:13Josué 7:62 Samuel 13:192 Samuel 13:312 Crônicas 34:27Esdras 9:3Ester 4:1Jeremias 36:24Joel 2:13.


Sarpanit chorou muito. Enki (futuro deus Ptah) também chorou a morte do neto, e lembrou-se do que Ka-in/Caim havia feito ao irmão Aba-el/Abel.  


Haste/Ísis exigiu que Satu/Seth pagasse com a vida, mas todos foram contra, e disseram que a lei exigia que Satu/Seth desse uma descendência para Haste/Ísis. No entanto, ela conseguiu ir até o corpo de Assar/Osíris e colher o sêmen que lhe deu por descendência Horon (futuro deus Hórus). 


Horon/Hórus foi então adotado por seu tio avô Gibil (irmão de Enki/Ptah), e o ensinou a lutar para um dia, enfrentar Satu/Seth.



Enquanto isso, Shamgaz continuava incitando os Igigi, para dominarem as terras do Antigo Egito, inclusive o Tilmun/Península do Sinai, onde vivia Ninmah/Ninhursag.


Quando enfim, chegou o dia em que Horón/Hórus e seu exército de terrestres, chegaram à fronteira de Tilmun/Península do Sinai, a Terra dos Mísseis, Satu/Seth o desafiou para um combate e chegou a feri-lo mortalmente. No entanto, Haste/Ísis viu a cena e implorou ajuda para Ninghizida (futuro deus Toth), e ele o curou. 




Dali há alguns dias, a batalha teve um novo começo, agora sobre o Tilmun/Península do Sinai, só que desta vez, Horon/Hórus derrotou Satu/Seth, deixando-o cego, improdutivo e condenado a viver como um mortal entre os Igigi.


Depois de perder seus dois filhos, Marduk e Sarpanit procuraram consolo um no outro, até que, com o tempo, outro filho lhes nasceu e  chamaram-lhe Nabu – o Possuidor da Profecia. 


* Foi Nabu que ajudou a difundir o culto à Marduk entre os terrestres. 


Foi também depois da luta entre Horon/Hórus e Satu/Seth, que Enlil/Yaweh convocou seus filhos NinurtaNannar e Ishkur e disse-lhes:


_ No princípio, fizemos os Terrestres à nossa imagem e semelhança. Agora, os descendentes dos Anunnaki são feito à imagem e semelhança dos TerrestresPrimeiro, o terrestre Ka-in/Caim matou seu irmão Abel/Aba-el, mas agora é o Anunnaki Satu/Seth que matou Assar/Osíris. Pela primeira vez, um descendente dos Anunnaki levantou um exército de terrestres e pôs em suas mãos armas de metal, um segredo dos Anunnaki.


Enlil continuou propondo que se tomassem medidas contra o que estava ocorrendo:


_ Dos dias em que Alalu e Anzu (assim como Enki, ambos também serviram de arquétipo, junto com Shamgaz, para contruírem a narrativa mitológica judaico-cristã de Satanás/Lúcifer/Diabo/Demônios) contestaram nossa legitimidade, os Igigi não deixaram de provocar transtornos e de romper as regras. Agora, os picos do farol estão situados nos domínios de Marduk/Amon Rá, o Lugar de Aterrissagem está nas mãos dos Igigi, e agora, os Igigi estão avançando para o Lugar dos Carros, dizem que, em nome de Satu/Seth, vão estabelecer-se em todas as instalações do Céu-Terra! 

 

_ Que se estabeleça, em segredo, uma instalação alternativa Céu-Terra, na terra (América Central) de Ningihzida, além dos oceanos, em meio de Terrestres de confiança! 

 

Assim, confiou-se a missão secreta às mãos de Ningihzidaagora Quetzalcóatl nas terras montanhosas, além dos oceanos e junto ao grande lago, onde levantaram um novo Enlace Céu-Terra (instrumentos complexos no Centro de Controle da Missão)Lá, no interior de um recinto; aos pés das montanhas onde se pulverizavam as pepitas de ouro, Ningihzida escolheu uma planície de chão firme, e sobre ela fizeram marcas para a ascensão e a descida. 



Quetzalcóatl” (serpente com pena de quetzal)


* A Serpente é o símbolo do clã de Enki. É importante perceber aqui, que Zecharia Sitchin está falando de Machu Pichu, Nazca e Puma Punku, lugares onde Ningihzida foi adorado como Deus para os Maias, Incas e Aztecas.













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